A porta abre. Percebo que estou um pouco distante, mas caminho sem pressa. Não gosto de lugares cheios, ainda mais sujos e aparentemente lúgubres. Porém são segundos suficientes para sair sem desespero. Um vendedor ambulante esbarra no meu ombro, passa direto. É tão comum esse ato, essa coisa de não se desculpar. Quantas desculpas esse homem teria que pedir durante uma semana?
Um comentário:
Ei, quem é vc que me identifiquei tanto!
Gostei de verdade do seu blog.. te sigo
Um beijo de parabéns,
Nevark
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